Vendas online e o crescimento de MEIs na pandemia

Por Miriam Barros

A pandemia ocasionada pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19) impactou no aumento de vendas online e no crescimento de microempreendedores individuais (MEI).

Na atualidade, devido ao avanço da tecnologia existe a possibilidade de empreender na internet. 

Inclusive, ao buscar por estruturas metálicas, ou qualquer outro tipo de equipamento, é possível ter acesso às informações e facilidade na compra. 

Nesse sentido, os indivíduos que perderam o emprego em meio a crise, tiveram a oportunidade de abrir o próprio negócio e investir na internet para continuar obtendo rendimentos e uma saúde financeira saudável.

Continue a leitura e entenda o que impactou o aumento de vendas online e o crescimento de MEIs. 

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Entenda o que é MEI

O Microempreendedor Individual (MEI) é um empreendedor que tem um pequeno negócio, ou seja, gerencia a empresa sozinho. 

Para isso, é necessário realizar o cadastro para obter um CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica). Além disso, para quem deseja começar um negócio ou já trabalha por conta própria, consegue o registro se obtiver o faturamento de até R$ 81 mil por ano, ou seja, R$ 6.750,00 de renda bruta mensal.

Sendo assim, o profissional deve obter um rendimento fixo anual para se manter dentro da modalidade. 

De acordo com a pesquisa realizada pela SEMrush aponta que o termo "abrir MEI" teve um aumento de 222% nas buscas no Google no mês de agosto de 2020, comparado ao mesmo mês no ano anterior.

Ou seja, é possível considerar que devido à pandemia e a oportunidade de vender online, seja martelete demolidor, roupas, acessórios, e afins, influenciou o número de microempreendedores individuais cadastrados no Portal do Empreendedor, que teve alta de 11,5% em 2020.

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A influência da pandemia no aumento das vendas online

A pandemia da covid-19 foi um fator primordial para gerar o aumento de vendas pela internet. 

Isso é possível devido ao avanço da tecnologia e transformação digital, que permite que as empresas de diferentes segmentos utilizem as mídias digitais, como prestadores de serviços em manutenção de elevadores residenciais, para fazer negócios.

Desse modo, no decorrer do isolamento social, fechamento temporário de comércios, restaurantes e afins, os consumidores adotaram o hábito de comprar online.

Segundo Pesquisa Shopping During The Pandemic, realizada pela Ipsos com entrevistados de 28 países, mostra que 47% dos brasileiros têm feito mais compras online em comparação ao período antes da pandemia. 

Isso significa que além do crescimento de microempreendedores individuais, também passaram a vender produtos e serviços na internet. Dados levantados mostram que as vendas online destacam-se pelas redes sociais, como o WhatsApp (72%), Instagram (44%), Facebook (36,7%). Já as lojas virtuais, com 24,7%.

Portanto, é possível considerar que devido ao avanço da pandemia e os impactos ocasionados pelo isolamento social, muitos trabalhadores autônomos buscaram se cadastrar e ser um MEI.

Além disso, com as restrições de funcionamento nas lojas físicas para realizar as vendas, os negócios digitais aumentaram como uma forma de manter o faturamento e as finanças em dia, visto que os hábitos de consumo mudaram. Sendo assim, as compras na internet tendem a continuar no pós-pandemia.

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Esse artigo foi escrito por Thais Teixeira, Criadora de Conteúdo do Soluções Industriais.